Você não tem direitos sobre o fruto de suas ações por Prashant Iyengar

Às vezes analisamos nossas ações e dizemos “Eu fiz e consegui.” Mas eu disse varias vezes “Quanto você fez e quanto aconteceu na sua yoga?” Se você avaliar apropriadamente você chegara a saber que você fez um centavo e ganhou cem mil. Então você não pode se apropriar desses cem mil pois esforçou-se ao equivalente a um centavo. Trata-se de como você faz a sua ação usando suas mãos, pernas, corpo, mente, inteligência. Tudo isso esta sob seu controle? Você pode perder a sua mao ou sua mente hoje. Se eles são seus e você realmente os tem eles nunca poderiam ser perdidos. Mas esse não e o caso, tudo isso são coisas que você emprestou. Você empresta todas as forcas, suas mãos, sua mente, seu prana sua inteligência . O que e seu? Nada e seu e você usa isso tudo para executar as suas ações e levar os créditos por isso. Se eu te ofereço uma ajuda e você me agradece esta tudo bem, não e tão somente uma etiqueta, mas você já agradeceu as suas mãos de tal maneira? “Conforme você me agradece você poderia ficar contente com as realizações de suas mãos e pés” Olha meus pés e mãos fizeram isso!” Por isso Krishna diz no Bhagavad-Gita, “karmani eva adhikarah,” – “você tem o direito ao karma apenas.” Todas as coisas que você faz não são seus ou suas, então as ações não são suas. Todos os instrumentos que você faz e realiza, sua vontade, mãos, mente, pranicos, são emprestados de Deus. As coisas que você recebe em troca são inestimáveis e não podemos colocar sequer um valor a elas. As realizações de nossas ações portanto são todas ofertas a Deus e isso não se tatá de uma ideologia; não esperar pelas realizações ou frutos de nossas ações trata-se de uma realidade. E um grande tópico de karma yoga.

Porque deveríamos fazer algo então?

Você não tem que fazer as coisas serao feitas e você segue a natureza nesse fluxo como sempre e.

E você deve viver a sua vida e não deve recusá-la.

Quando tem a questão dessa recusa você experiência bhoga (prazer, desfrute de apelos sensuais), purushartha (quatro objetos de vida: dharma, artha, aquisição de bens materiais, kama que e a gratificação de nossos desejos e moksa que e a emancipação final) que também são para o seu bem. Quando surge a recusa e para o seu bem e desenvolvimento. Tudo seguira de acordo com as nossas idiossincrasias e necessidades de desenvolvimento de alma.