A prática de Yoga nas Empresas

Os bastidores da maioria dos departamentos de RH hoje em dia nas empresas estão se deparando com um novo paradigma a ser resolvido: o aumento da tensão interna e estresse no trabalho estão sendo contrapostos cada vez mais coma exigência de seus funcionários por programas que bem estar e de saúde dentro das mesmas. A pressão para a produtividade não vai diminuir, mas a conscientização dos funcionários sobre o que desejam de seus ambientes de trabalho vem se modificando cada vez mais. O yoga insere-se nesse cenário como uma ferramenta de excelência para elevar a qualidade de vida dessas pessoas também. A ginástica laboral muitas vezes se adapta as necessidades mais urgentes para destencionar os pescoços e trapézios empedrados das horas de digitação ou reuniões sob estresse. O Iyengar yoga tem um apelo muito bom para ser aplicado nos ambientes profissionais uma vez que o método e pragmático, eficiente, e vai diretamente reorientar corpos e mentes para um foco interno que servira de liberação das tensões instaladas. O ambiente de uma aula suaviza o clima de competitividade e deixa esses parceiros de trabalho mais próximos e possivelmente menos reativos uns aos outros e ao meio. A forma de inserir o programa de yoga deve ser da maneira mais aberta e desmistificada possível pois, dessa forma, qualquer pessoa que tenha reservas a ícones da cultura hinduísta não se sentira excluído. O apelo do Iyengar Yoga vai de encontro ao possível objetivo das empresas de poder reduzir os números de absenteísmo, reter mais seus funcionários e criar uma cultura interna de cooperatividade maior. Outro ganho positivo e poderem durante uma pratica yoguica ter todos dessa empresa e sua escala hierárquica num mesmo nível e espaço. A própria proposta de diagramação da aula traz uma luz ao que seria um universo sem fronteiras excessivas, as esteiras todas uma ao lado da outra e o chão como um espaço comum. O papel do próprio “chão” e fundamental pois somos todos destronados de nossos postos, cadeiras, poltronas e vamos juntos ao chão. Nada como uma entrega a um Balasana (postura da criança) ou Savasana (postura do cadáver) final para modificar, por um pouco de tempo que seja, o paradigma das estruturas rígidas e geralmente excessivamente formais de muitas das empresas.