Workshop com a Professora Karin O’Bannon em Florianópolis – Pranayama

Primeira frase – Não se envolva com pensamentos, mas use tão somente a especialidade da mente de testemunhar o que acontece. Se dê conta de três diafragmas: vocal, diafragma anatómico e diafragma pélvico. O diafragma vocal deve se manter macio, o diafragma ele mesmo alargado e o diafragma pélvico afundando. Mantenha as orelhas e o canal auditivo aberto, eles são chave para o pranayama e fazem a liga aos pulmões – Abhyasa Vairagya.

Tente isalar, fazer uma pausa e isalar ainda mais. Use as costelas inferiores como as garras de um tigre e as mantenha aberta e alargada. Crie espaço, você não tem de fazer nada para merecer a chegada e a entrada do prana.

Sobre Jalandhara Bandha é uma teia nutridora.

Sentando em Swastikásana – Isquíos tibiais, eles ficam finos na parte posterior da coxa, temos que sentar em cheio sobre as virilhas posteriores.

Escápulas – A parte interna para baixo e o esterno para cima. O Jalandhara Bandha protege o coração, o cérebro, os pulmões. Protege da bastidão, da abertura que é criada.

Sobre os diafragmas – O diafragma vocal sátvico, diafragma músculo rajásico, diafragma pélvico tamásico. Em Ujjayi, nós escutamos o som através da garganta.

Construindo Jalandhara Bandha – O queixo se rende ao peito, ele se solta, as escápulas descem. Ainda em Jalandhara Bandha pode se usar o cinto para elevar o peito ao cinto que está enrolado abaixo do queixo. Crie tríceps muito longos e para longe dos ombros.

Sobre o Cunvaca – Cunvaca suspensão da respiração, é o espaço do nada, nenhum pensamento. O que chega com a respiração são os pensamentos.  Dhāranā, chegamos ao espaço de cunvaca. Dhyana num espaço alargado de cunvaca. E Samādhi quando os pensamentos antes e após a pausa são a mesma coisa e uma coisa apenas.

Pranayama sentado – Uma manta na parte superior do joelho para remover qualquer depressão nos dois espaços superiores da parte frontal do peito como dois olhos abertos. Esses dois espaços abertos são as chaves para cunvaca.

Condições do Pranayama sentado – Triceps longos, o externo para cima e a parte interna das escápulas para baixo. Durante as inalações, espalhe para fora e então eleve o prana. O cérebro absorve o oxigénio e prana, precisamos de manter a cabeça para baixo para o prana vá e permeie todo o corpo. Atenção para não se inclinar para a frente . Serve o que chamamos de rota sénica. O prana pelas laterais, pelas bordas do peito. Encontre uma rota muito interna para que o prana penetre. Vá por dentro da cavidade das costelas. Vikalpa é um dos Vrittis, é a imaginação na fala metafórica. Para explicar o Samādhi usamos metáforas, para explicar pranayamas vamos na mesma linha. Cunvaca assegurado na parte superior dos ombros são os olhos da parte superior dos ombros e costelas inferiores.

Quando inalando mantenha as escápulas para baixo e procure a sensação dos diafragmas se espalhando para as laterais e se elevando.

Quando isalando não deixe que caía as costelas inferiores. Mantenha o diafragma elevado.

Treinando Viloma Pranayama – Com três pausas e cuncavas, tente com a cadeira e depois tente contra a parede. Observe o sentimento de estar criando maior sensibilidade na pele interna. Para compreender o movimento de espalhar o esterno para cima e para os lados. Nós também queremos fixar o “pin” a parte superior dos ombros, das escápulas ao chão. Use um bloco a uma segunda altura de comprido debaixo do peito alto. As pernas cruzadas de forma simples, quantas mantas quantas forem necessárias para descansar a cabeça. Depois remova todo o material e tente algum viloma com o corpo no chão sem os props.

Inale a partir do baixo ventre para as laterais. Na isalação, mantenha as laterais do diafragma largos e as costelas inferiores para as laterais e elevadas. Quando tentar o pranayama contra a parede, cheque se o osso sacro está perpendicular à mesma.

Algumas frases da Professora Karin:

  1. Eleve o prana e vá para dentro.

  2. Segure o cuncava com o diafragma, não com a garganta. A cabeça sente pesada, quando a gente não deixou o prana circular.

  3. Seja cauteloso com a mente muito voraz.

  4. Buscando prana da mesma forma como os outros orgãos dos sentidos.