Aula do Professor Jordi Marti sobre coluna lombar, Tremembé, Fevereiro, 2011

Aplicação Terapêutica: Notar como aspeto essencial – O paciente sofre de maneira passiva. No Yoga, o professor ajuda, mas o agente de cura é o próprio praticante. N.º 1 – A terapia é a prática pessoal. O mesmo professor pode ter muitas variações, temos que conhecer a estrutura básica das posturas. N.º 2 – Capacidade de observação. Com o tempo começamos a ver algo em desarmonia nos Ásanas. N.º 3 – Tentativa e erro.

Zona lombar:

  • Parte 1 – Da héli 1 até à conexão com héli 4 e héli 5.
  • Parte 2 – Héli 5 e S1. Chamamos de Sacro Lombar.
  • Parte 3 – Sacroíliaca.
  • Parte 4 – O centro do sacro.
  • E a parte 5 – Sacro Coxigia.
As lombares têm a forma côncava. Se vemos a coluna frontal deveremos encontrar as vértebras alinhadas. Buscamos a harmonia nas vértebras como acima, em linha com espaços e com verticalidade corretas. Prakriti Pareeksha Bhavana – Como posso obter através da prática uma capacidade de percepção que me leva a ver a mim mesmo? Observar as diferenças do lado direito e esquerdo e buscar ir de encontro com as percepções e sentimentos errados. Princípio: as expansões são curativas. Quando temos dores agudas equilibramos e relaxamos. “A coluna é a grande fonte da saúde” por B.K.S. Iyengar. Quando identificamos que há um problema lombar e não com dor intensa podemos achar um bom alinhamento. N.º 1 – Criar um movimento longitudinal, trações e Marichyásana III modificado. N.º 2 – Construção através das posturas em pé: Praticante ativamente criando estiramento na coluna. Postura: Bharadvajásana na cadeira – Em duplas: cheque os pés no chão, nádegas para trás na cadeira e o estiramento da coluna para cima. Fazemos uma rotação, fixamos a pélvi. O joelho do professor fixa a virilha e leva-a para baixo e para trás. Com uma mão elevo a pele da coluna lateral e com a outra giro o ombro para trás. Trabalhando em trio – Mão em arco na virilha, afundando e fixando a mesma. A segunda mão por cima dessa. O segundo professor pela frente do aluno faz a torção e a tração. Postura: Marichyásana III com a variação em pé – Usando o banco de Halásana ou cadeira. Perna de Marichyásana, cinto para a virilha, descendo com a mesma, cruzar a perna reta para levar também o quadril para a parede. Depois da base fixa temos que fazer o giro do tronco. Pé e perna em contato com a parede. O professor tem de empurrar o músculo frontal da coxa para trás. Atenção com a corda da virilha para aonde vai que está perto dos genitais.  Detalhes: Utilize sempre o seu próprio peso, pois precisa criar estabilidade. Não pressione o joelho, pressione a coxa frontal. Ínicio do tratamento: Elevação e rotação para os dois lados para alinhar os músculos dos dois lados da coluna. O aluno tem que ser ativo nas manobras. Postura: Trikônásana – Corda na perna frontal, na virilha. Quem ajuda usa o dorso da mão para empurrar a coxa de trás para trás. Postura: Ardha-Chandrásana com a cadeira e a parede – Primeiro a ação de alongar paralelo ao chão a coluna e absorver o arco da coluna para baixo, girar o tronco. Lembrar do cinto da perna de base e um bloco atrás do quadril. Nesse caso, a ação do coxis e o tronco superior chegam a dar o estiramento da lombar. Postura: Ardha-Uttanásana tração – No thrustler, cavalo, fazer os movimentos 1,2 e 3 de elevação, de giro da moneca e da tração. Postura: Utthita-Trikônásana – Costas contra a parede e apoio na cadeira. Coxis para dentro e estiramento lombar. Cinto na virilha anterior e a coxa posterior para trás. Postura: Utthita- Parshwa-Kônásana – Lembrar sempre que quando temos questões lombares levamos a mesma para duas posições: horizontal ou vertical. Utthita- Parshwa-Kônásana no thurstler ou na cadeira e um rolinho de met entre a perna dobrada e o tronco. Postura: Virabhadrásana II no thurstler (correções na altura do tronco) – O estiramento do tronco tem que acontecer desde o quadril, da cabeça dos fémures. Lembrar que em Virabhadrásana II temos de criar uma ação de subida e alargamento da coluna e adequar os quadris. Usar a bola do pé na concavidade da cabeça do fémur. Postura: Virabhadrásana II contra a parede – Criar a base correta para estirar a coluna, eventualmente, um bloco no pé da frente e contra a parede ajustar com os dois pés levando as duas pernas para trás e uma corda para trazer os glúteos para a frente. A espinha sobe e gira. A corda passa pela virilha frontal e separa as nádegas, quando a pélvi é mais rígida temos a compensação. Nesse caso, o pé da frente pode vir um pouco mais para a frente. Mantemos o ângulo reto e checamos se o coxis está para dentro. Ajustando a descida do quadril, arco da mão no quadril, trazemos o joelho para a frente. Porque é que 90º graus de ângulo na perna? Problemas na lombar, a gente tem que trabalhar nas laterais da espinha. Quando o tronco fica na diagonal, as vértebras são diferentes e criam desequilibrio. O pé em cima do bloco, o pé da frente em cima do bloco, ajuda a cabeça do fémur a ir para dentro, somente a raíz da coluna se eleva então. Postura: Parivritta-Trikônásana – Um bloco em cada pé contra a parede. Três pessoas: usando a corda na frente da pélvi para ajustá-la, pressionando as duas cabeças do fémur. O segundo professor leva o quadril do aluno contra a parede.

Resumo do trabalho da coluna:

  • 1º – A coluna paralela para cima com expansão dos músculos em Bharadvajásana e Marichyásana III.
  • 2º – Trabalho de desenvolvimento. Posturas em pé para que o praticante se ajudar. Manter o ângulo reto das pernas, criar verticalidade da coluna para os dois lados. Ou criar horizontalidade da coluna nos dois lados. Perpendicularidade das pernas de base.
  • N.º 3 – Ásanas que aliviam: Uttanásana, Adho-Mukha-Svanásana, Shírshásana I, Shírshásana II, Halásana e Shavásana.
Workshop sobre menstruação da Professora Corine Bíria, Tremembé, Fevereiro de 2011 A menstruação acusa a saúde da mulher. TPM, excesso de fluxo, pouco fluxo ou cólica. No Ocidente, não somos educadas para isso. Nas escolas, as mulheres praticam esportes independentemente do seu ciclo. A prática errada coloca as mulheres para baixo física e mentalmente. Trabalhamos então entre os ciclos para corrigir eventuais anomalias. Mensalmente passamos pelo processo fisiológico e somos afetadas físico, emocional e mentalmente. Os dowsers do corpo devem ser regulados. Durante a menstruação mesmo com os hormónios, os dowsers devem ser regulados e estabelecidos. Na Índia, as mulheres menstruadas não saiam de casa. Elas não iam a casamentos, não cozinhavam para a família. Qual a reação dos nossos nervos? A Vidya em nossa prática significa que vamos para longe de nós mesmas. Gurudi introduziu uma prática que ajuda as mulheres ocidentais. O corpo precisa de acompanhar uma mente leve e feliz. Vamos estudar o programa clássico. Postura: Yogamudrásana em Vírásana – Postura com o bouster entre as pernas. Mulheres sentem dores nas costas no periodo. Braços como nas flexões para a frente. Braços para cima para descer com as dorsais. Postura: Yogamudrásana em Sukhásana ou em Padmásana – Em Padmásana, descemos os glúteos para não estreitar o sacro. Postura: Jánushírshásana – Elevamos o glúteo com o bouster para não comprimir a parte inferior do abdómen. Postura: Tryanga – Mukhaikapada – Paschimôttanásana com os joelhos separados Postura: Ardha-Padma- Paschimôttanásana – Com uma perna em Padmásana. Observação: Iniciantes devem entrar em Vírásana. Primeiro em Padmásana pode ser primeiro quando ele vem de forma fácil. Postura: Ardha-Baddha-Paschimôttanásana – Observação: Quando o joelho ou quadril tem problema, elevamos os quadris para manter os joelhos mais baixos que os quadris. Os músculos das pernas em lótus precisam de se alongar. Joelhos suportados devem descer. O melhor Ásana para preparar o Padmásana é o Baddha-Kônásana. Padmásana é a postura real para a menstruação. Posição do pé – O arco do pé massageando a parte inferior dos orgãos em Ardha-Padma isso é diferente em Padmásana.  Flexões para a frente para resfriar o corpo. Dentro temos calor e isso pode levar a dores de cabeça, irritação, dores abdominais e pressão baixa. Por exemplo: as mulheres Pitta têm mais calor que as mulheres Kafa. As mulheres Kafa podem de repente descer demasiadamente com a mente. Sempre considera a mente e o seu humor para tratar de forma apropriada. Cuide das tendências depressivas e como você aplica os Ásanas. Postura: Marichyásana I – Os trapézios e as laterais do trapézio bem posicionados, o tronco desce. Postura: Upavishta-Kônásana para a lateral – Atenção na virilha externa da perna de trás e o ligamento interno para baixo da perna de trás. Correção do útero durante o periodo para preparar a ação correta para a gravidez. Queremos quadrificar o útero. Cheque sempre o alinhamento posterior e anterior do mesmo. Observe a correção quando a parte de trás do útero está curta e temos que levar os ossos das nádegas para os calcanhares. É correção quando a parede interna do útero é curta. Temos de elevar as duas nádegas e levar as nádegas para trás. Postura: Tração em Baddha-Kônásana – Elevando a energia do abdómen para a mente. Tração com corda na altura do sacro crescendo nas dobrinhas do joelho. Temos de trabalhar a partir do corpo para a mente. Quando estamos em Pranayama ativamos o Svādhyāya. Tudo nos vai ser contado durante o pranayama. Postura: Supta-Baddha-Kônásana – As pessoas afundam demais na postura. Os estudantes misturam um estado de relaxamento com uma posição muito tamásica. Não podemos perder o que é sacro na postura, o que é sagrado na postura. Montar o Supta-Baddha-Kônásana sem afundar. Na menstruação e na gestação usamos dois cintos. Enlaçamos os tornozelos nas virilhas e damos uma vida mais horizontal e vertical. Um bloquinho entre os pés, talvez outros dois blocos entre a parte frontal do joelho, a tíbia e a parede. Agora nós temos duas trações: uma corda puxando o sacro para cima e mais uma pessoa girando os ombros para trás. Aqui, recuperamos, recarregamos de uma forma passiva o cérebro e nos sentimos leves, sem muita excitação. Cheque o rosto dos estudantes, as faces mortas querem dizer que não fomos bem sucedidos. Os bousters podem tocar a parte posterior do umbigo descendo. Postura: Viparita Dandásana – Montagem: Cross-Bousters, dois bousters em cruz e mais um bloco e uma manta enrolada para a cabeça. Os ombros vão descansar na manta, tenha uma boa elevação para diminuir a pressão sanguínea, equilibramos Samana e Apana. Aqui, queremos que a energia fique bem. Esta seria a postura de inversão na menstruação. Postura: Sliding Baddha-Kônásana – Fazemos uma rampa do Halásana-boxe apoiando o banco grande do Setu-Banddha. É uma postura S.E.M. invertida com um impacto muito bom no sistema genital. Postura: Viparita-Dandásana na cadeira – Criar um espaço para as laterais do peito. Cinto nas coxas. Não usamos quando temos dor na sacrolombar, é melhor afastar as pernas. O cinto deixa os quadris fortes. Exemplo: em Chatuspádásana, quando o quadril não levanta bem, usamos dois cintos em torno da pélvi. Usando cinto 1 para dor Sacroíliaca – Num terço superior da perna e mova a carne de fora para dentro. Liberar a sacroíliaca quando tem um excesso de covinhas laterais. Nesse caso, mandamos a carne do glúteo para a lateral. Postura: Setu-Banddha-Sarvángásana – n.º 1 – Bloco para os pés e para a banda sacríliaca. N.º 2 – Duas cadeiras, dois bousters, duas mantas para a cabeça. As pernas apoiadas na parte inferior da pantorrilha ou montagem com quatro bousters: dois em baixos, dois em cima, os braços descansando em Setu-Banddha com os braços para baixo para não aumentar a temperatura. É uma questão de energia. N.º 1 – Viparita Dandásana é uma boa postura para recarregar. N.º 2 – Setu-Banddha-Sarvangásana, ela é mais complexa nas suas consequências. A cabeça em Jalandhara Banddha move a mente e os orgãos para dentro. Os rins em Setu-Banddha-Sarvángásana são os mesmos de Viparita. Como resultado essa postura pode descansar e estimular ao mesmo tempo. As posturas invertidas são uma chave na escola de Iyengar, mais de qualquer outra. Nós precisámos de construir nervos fortes. É a metáfora para sair e nos livrar de todos os obstáculos. Patañjali fala sobre a confluência de dois rios: um vermelho e um verde. Existia aí um redomoínho instalado e tinha um peixe tentando cair para fora do redomoínho. Patañjali viu o peixe batendo a sua calda com um preciso movimento e conseguindo sair da mesma. “Prakriti Pareeksha Bhavana” saindo de situações de desafio. Precisamos acomodar a nossa própria cauda como a do peixe, de uma forma específica todo o tempo. Checando os nossos nervos todo o tempo e cosntruindo uma mente equilibrada – sentido de cooperação. Mudita Karuna Maitri. As posturas invertidas são requeridas quando os nervos não são bons. Essas posturas vão sempre recarregar os nervos. Postura: Setu-Banddha-Bent largo – Um Jalandhara-Banddha para os orgãos dos sentidos irem para dentro. Algumas vezes, o Gurudi usa um real Jalandhara-Bandha com os ombros muito, muito afundados e o queixo realmente descansando sobre o peito. Ajustamos duas cadeiras em Setu-Banddha-Sarvángásana. Quando temos problemas no pescoço, alongamos e levamos os ombros para Jalandhara-Banddha. Observe para quando você tiver problemas no pescoço. Jalandhara é bom para os ouvidos, mas com uma bandagem segurando o pescoço.

Programa após a menstruação:

  • N.º 1 – As invertidas.
  • N.º 2 – As posturas em pé.
  • N.º 3 – Backbands
Queremos criar uma situação de secagem. Sequência – Shírshásana. Eka-Padá-Shírshásana. Upavishta-Kônásana. Baddha-Kônásana em Shírshásana. Sarvángásana. Parshwa-Eka-Padá-Sarvángásana. Upavishta-Kônásana. Baddha-Kônásana. Halásana. Supta-Kônásana. Janu – Shírshasana., Paschimôttanásana. Baddha-Kônásana. Supta- Baddha-Kônásana. Quando temos algum tipo de problema durante a menstruação, temos de tratá-lo entre os ciclos. Antes do periodo – Época da TPM. De uma semana a dez dias antes, entramos num periodo de maior irritação. As melhores posturas para TPM: Meio Halásana, Viparita Karani, Janu – Shírshasana. Quando tem dor de cabeça adicionar: Paschimôttanásana, Setu-Bandha-Sarvángásana. Quando os seios estão doendo: adicionar meio Halásana, Karnapidásana e Parshwa Karnapidásana. O que evitar na TPM – Remover Ama – Toxina do corpo. As inversões vão evitar que as toxinas se instalem no corpo. Ásanas para serem evitados: Úrdhwa-Prasarita- Padásana, com muito sangue, pode ser feita com os glúteos no chão. Evitar as invertidas. Os Ásanas que stressam o abdómen como Jathara-Parivritta-Padásana, embora possa ser feito com as pernas em 90º graus. Bharadvajásana pode ser feito na região púbica e não no abdómen. Não fazer as posturas Boat, de contração abdominal, as posturas de torção e as extensões para trás. Algumas extensões para trás, bebés, podem ser feitas como: Úrdhwa-Mukha-Svanásana na cadeira ou Ushtrásana. Posturas em pé que podem ser feitas: Trikônásana, Parshwa Uttanásana, Virabhadrásana II, Ardha-Chandrásana, Utthita-Hasta-Pandanghustásana, Prasarita-Uttanásana. O que dar para quem? Além do programa, a gente tem recebido alguns Ásanas que podem adicionados. Para cada problema, temos de manipular e pensar com as nossas mentes. Alguns problemas que podemos ajudar: n.º 1 – desmonorreia, dor abdominal. N.º 2 – Dor nas costas. N.º 3 – Fadiga, anemia e pressão baixa. N.º 4 – Fluxo muito volumoso, amenorreia. N.º 5 – Inflamação dos orgãos. N.º 6 – Dor de cabeça. Soluções para problemas abdominais – Supta-Vírásana, Supta-Kônásana, Supta- Swástikásana. Mais posturas sentadas: Sukhásana, Padmásana, Vírásana, Baddha-Kônásana, Upavishta Kônásana e Dandásana com bloco nas pernas. Mais posturas em pé: Utthita-Trikônásana, Virabhadrásana II, Ardha-Chandrásana. E algumas posturas simples em pé, mas não muito longas usando a parede ou o cavalo. As posturas em pé vão criar espaço para o abdómen. Soluções para dores nas costas – Adho-Mukha-Vírásana, Adho-Mukha- Swástikásana, Adho-Mukha-Vajrásana. E algumas posturas em pé simplificadas. A postura do sacro está associada à área genital. Durante a menstruação, nós temos muita dor na parte inferior da coluna. O sacro está imediatamente atrás do osso púbico. Dor significa que o sacro não está conectando o osso púbico. Use o Baddha-Kônásana com um cinto mais o Trikônásana contra a parede pressionando o sacro para baixo. Use a pressão com um selent plenk, o osso sacro para a espinha. Cave para dentro o osso sacro. Soluções para a fadiga, anemia e pressão baixa – Posturas supinadas: Supta-Baddha-Kônásana, Supta-Swástikásana, Supta-Padmásana. São Ásanas que vão recarregar e remover a fadiga. Recuperando da fadiga: posturas de inversão sentadas e deitadas. Posturas sentadas podem ser para a frente em torção e as prarivrittas, é uma sequência energética. Curando excesso de fluxo: evite as flexões para a frente, mantenha Janu-Shírshásana e Paschimôttanásana. As melhores: Upavishta Kônásana e Baddha-Kônásana. O útero deve colocado dentro das suas paredes internas paralelos, equilibrado e não com a parede interna e externa, uma longa e uma curta. Quando o útero está numa posição errada e ficamos grávidas podem acontecer alguns problemas. Quando temos hemorrogia, temos que fazer com que o comprimento do útero não se comprima. Temos de mandar a parte de trás do útero para a frente. Cheque durante a menstruação os inchaços dos ovários e do útero. O triângulo de madeira como propri, ele ajuda a estender a parte posterior do útero e leva o osso sacro para a espinha. Quando o fluxo é muito longo, a gente dá a invertida depois de doze dias e depois Shírshásana. Cura para a inflamação dos orgãos – Posturas supinadas para colocar o útero em seu lugar correto de origem. Para o útero retrovertido, os backbands são muito bons. Normalmente, 50% das mulheres que têm dor nas costas, têm útero prolapsado. Praticar Upavishta Kônásana e Janu-Shírshásana e Parivritta-Janu-Shírshásana para manter o útero paralelo e é muito bom para a menopausa. Curando dor de cabeça – Pavana Muktásana, Uttanásana na cadeira, Adho-Mukha-Svanásana com cordas. Para mudar a mente dos estudantes, usamos os baby backbands, nunca flexões para a frente para os depressivos. Algumas posturas em pé, algumas posturas sentadas em especial Parivritta. Como dar flexões para a frente aos depressivos? Com o queixo para a lateral. Concluindo – Os Ásanas que foram discutidos são Ásanas que auxiliam a remover toxinas. Para recuperar mentalmente e fisicamente, a prática precisa de ser balanceada. Uma prática agressiva vai interromper o fluxo, quando isso acontece pare a prática. Curando a amenorreira (falta de menstruação) – Posturas invertidas. Curando cistos ovarianos – Praticar Padmásana regularmente. Meio Pindasma com banco. Checar posturas invertidas. Por exemplo, as posturas em pé, por exemplo, em Trikônásana use o cinto na perna de trás para abrir e relaxar o abdómen. Use Malásana também para fortalecer os ovários. Curando dometriose – Crie bastante espaço para as três bandas diafragmáticas, por exemplo Supta-Baddha-Kônásana com dois cintos, um em cada coxa, bloco entre os pés e uma boa inclinação para trás, mantendo-a sentada no bouster.